No início do Século XXI não tem cabimento indústria que polui o meio ambiente, abusa no uso de energia, devasta florestas, usa trabalho escravo ou explora trabalho infantil. Avançamos. E as indústrias modernas perceberam isso, adequando-se ao politicamente correto; isto é, ao respeito às pessoas e ao meio ambiente.
Um estudioso do tema, Sérgio Abrantes, que não é necessariamente um ambientalista, deixa bem claro qual deve ser a postura do empresário moderno: ele não tem que esperar a lei para adotar posturas de defesa do meio ambiente. Por exemplo, se determinado agrotóxico é cancerígeno, mas está no mercado, antes que o Governo faça o banimento desse pesticida o empresário já o retira de sua lista. Outro exemplo, se o amianto é vetado em 50 países porque sabidamente provoca doenças do pulmão e gera câncer, o empresário não deve esperar lei banindo a fibra mineral, ele já descarta seu uso.
O moderno, portanto, não é usar a mais recente tecnologia, mas a tecnologia que represente mais respeito à saúde das pessoas e ao meio ambiente. Porque a tecnologia apresentada como “a mais moderna” pode ser apenas uma tecnologia suja transferida do país rico para nós, do terceiro mundo, para que não polua a casa deles. É algo que sempre foi feito no Brasil.
Quando pensarmos em modernidade, seja no comércio, na indústria, na agropecuária, no setor de serviços, devemos pensar em desenvolvimento sustentável. Isto é, se o negócio não gera poluentes, não explora as pessoas, não suja nem polui. Porque é possível fazer negócios sem sujar o planeta.















Comentários
esclareceu muitas coisas
vou fazer o meu trabalho agora
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